O velhinho, vestido de negro, percorre, na sua bicicleta, as ruas da aldeia. Vai atento e não vai seguro. Nas suas mãos, a bicicleta é um cântaro prestes a partir-se. Na fonte vai observando os rapazes à espera da água mágica. Os seus olhos vão semicerrando-se à medida que o tempo passa e o sol vai caindo.
Publicado por Joaquim Semeano em fevereiro 25, 2005 04:22 PM