julho 24, 2003

Poemaços.8



TEATRAL



Um dedo estendido,

o círculo na areia,

o homem estendido

em volta de si mesmo.

Nem murros nem riscos

na porta das ideias.

O homem entendido

na sua morte teatral,

absorvendo o perfume

da pele acidental.

Publicado por Joaquim Semeano em julho 24, 2003 12:58 PM
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